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Igreja multinacional

1 de setembro de 2011

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A Igreja Universal do Reino de Deus é considerada um dos melhores exemplos de uma religião com mentalidade empresarial. A igreja diz estar estabelecida em 110 países, alcance não conseguido por nenhuma empresa multinacional brasileira.

Muitos temem que negócios estejam substituindo questões mais importantes relacionadas à fé

Mas apesar de as práticas empresariais estarem disseminadas na Universal, muitos fiéis temem que os negócios estejam tomando o lugar de questões mais importantes e reclamam que são vistos cada vez mais apenas como consumidores.

Para a construção de seu megatemplo em São Paulo, orçado em mais de R$ 350 milhões, a Igreja está pedindo doações aos seus fiéis, em troca da inscrição de seus nomes em uma das 640 colunas do templo.
Dízimo

Nos anos 1980, Mara Maravilha era dançarina, cantora, apresentadora de programa infantil de TV e foi até capa da revista Playboy. Mas há 15 anos, Mara se tornou fiel da Universal. Hoje, ela canta músicas gospel e tem uma loja de produtos evangélicos em São Paulo. Ela defende fervorosamente o dízimo, a política de doar 10% dos ganhos à igreja.

“Quando o homem não dá o dízimo para a casa de Deus, ele está roubando a Deus”, afirma. “Chegamos na igreja e damos 10%, agora se o pastor vai fazer certo ou errado, isso não cabe mais a mim”, diz.

Apesar da estrutura empresarial, ninguém sabe quanto fatura a Universal, já que a Igreja é isenta de impostos e não tem que abrir suas contas.

Fonte: BBC Brasil.

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4 Comentários
  1. 1 de setembro de 2011 16:21

    Olha eu aí mais uma vez irmão Hugo, a Paz de Jesus a todos que a recebem de coração!

    Bem só teria uma coisa a dizer:

    “Verdade é que também alguns pregam a Cristo por inveja e porfia, mas outros de boa vontade; uns, na verdade, anunciam a Cristo por contenção, não puramente… Mas que importa? Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira, ou com fingimento ou em verdade, nisto me regozijo, e me regozijarei ainda.” (Filipenses 1,15-18)

    Aqui no Brasil, em qualquer lugar a onde as denominações modernizadas não entram, podemos encontrar um templo da IURD, e o que diríamos: Parem de pregar o evangelho a moda de vocês e façam do nosso jeito?

    Quem se converte realmente a Cristo nessa ou em qualquer denominação capitalizada, mais cedo ou mais tarde acaba saindo dela. É só questão de tempo.

    “E João lhe respondeu, dizendo: Mestre, vimos um que em teu nome expulsava demônios, o qual não nos segue; e nós lho proibimos, porque não nos segue. Jesus, porém, disse: Não lho proibais; porque ninguém há que faça milagre em meu nome e possa logo falar mal de mim. Porque quem não é contra nós, é por nós.” (Marcos 9.38-40)

    André M. dos Santos

  2. BILL permalink
    2 de setembro de 2011 21:57

    CARO IRMÃO ANDRÉ, TOMEI A LIBERDADE DE FALAR SOBRE SEU ARGUMENTO, MEU AMIGO SERIA BOM DAR UMA OLHADA CONTEXTO E NOS VERSÍCULOS. POIS É MUITO SIGUINIFÍCATIVO QUE ESTE TRECHO vv. 38-50, DÊ CONTINUIDADE AO ANTERIOR vv 33-37, HAVIA UMA DISCUSSÃO TENTE INTERPRETAR MANO. VOCÊ INSOLAR UM VERSICULO É MUITO PERIGOSO DE INTENDIMENTO.
    ATT. MANO BILL

  3. 3 de setembro de 2011 20:05

    Concordo com o Bill. Acho perigoso usarmos este argumento de forma generalizada, sem contrabalenceá-lo com todas as advertências do próprio Mestre a respeito dos falsos mestres que ensinariam falsas doutrinas, muitos dos quais farão milagres e expulsarão demônios em Nome de Jesus, mas que serão reprovados no final dos tempos.

  4. Renato permalink
    12 de setembro de 2011 10:06

    Outra coisa que precisa ser questionada é, o evangelho é realmente pregado na IURD?

Comentários encerrados.

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