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Primícias e Ultimícias

22 de julho de 2010
"Pastor, a carteira não se converteu ainda!"

"Irmão, a carteira ainda não se converteu!"

Para minha surpresa, de acordo com as estatísticas mais recentes, a maior parte das pessoas que chegam a este blog por meio do mecanismo de busca Google está em busca de estudos e informações a respeito do dízimo. Nos meus artigos anteriores a respeito do tema, procurei desconstruir a prática medieval da Igreja institucional que cobra o dízimo malaquiano de seus fieis, na forma de um imposto religioso embasado na má interpretação de Malaquias 3:9.

Se você me acompanhou até aqui, já sabe que o que você semea no Reino é algo entre você e Deus. Já sabe que o quanto você dá e quando dá não é da conta do pastor e de mais ninguém. Já entende que o dízimo não pode ser usado para oprimir o pobre, mas que cada um é livre para dar de acordo à sua prosperidade e desejo.

Até o momento, dediquei-me somente a desconstruir o tabu malaquiano. Entretanto, toda desconstrução requer uma construção. Imagino que alguns que não têm o costume de contribuir financeiramente para o Reino encontraram em meus textos uma “justificativa teológica e histórica” para sua avareza. Por isso, falaremos agora de nossa responsabilidade financeira pessoal no tocante ao Reino de Deus. E para isso, convido-lhe a assistir este curto vídeo que ilustra o ponto deste artigo:

http://www.youtube.com/v/Uj02FH7GKhg&hl=en_US&fs=1?rel=0&color1=0x5d1719&color2=0xcd311b

Honra ao SENHOR com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares. (Provérbios 3:9-10)
E isto afirmo: aquele que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará. (2 Coríntios 9:6)

Muitos pensam que dão somente para ajudar o próximo, mas esta é uma visão limitada da contribuição financeira no Reino. Quando semeamos no Corpo de Cristo, estamos sujeitando nossas finanças ao senhorio do Senhor Jesus, cancelando todo o poder desta potestade chamada Mamon em nossas vidas. Assim, não dou somente para ajudar o meu irmão, mas também a mim mesmo. O princípio de que Deus nos abençoa quando o honramos com nossas finanças deve ser ensinado e praticado na Igreja.

Entretanto, se não nos disciplinarmos na área financeira, voltaremos à prática católica de dar esmolas. A idéia de que “100% do que tenho pertence ao Senhor, e não somente os míseros 10%” (como ouço muito entre aqueles que abominam o dízimo da Igreja institucional) é correta, mas por si só muitas vezes não é prática na vida de muitos, a não ser que tenhamos um chamado “franciscano” para vendermos tudo o que temos e doar aos pobres.

Se você consegue semear generosamente no Reino de Deus, de acordo à sua prosperidade, sem estipular uma porcentagem mensal em seu orçamento, parabéns. Se o nível de sua generosidade vai muito além do dízimo, de forma natural, sem que para isso você tenha que “religiosamente” separar suas primícias para o Senhor, que Deus te abençoe. Mas muitas pessoas, ao não serem práticas nesta questão de finanças, acabam vivendo de forma egoísta, iguais aos filhos deste mundo.

Se você é como muitos que nunca conseguem guardar dinheiro (e ainda por cima faz contas no crediário), é muito pouco provável que terá algo para semear na obra de Deus além de algumas migalhas que lhe sobrem (ao invés de primícias, semeará no Reino suas ULTIMÍCIAS). E aí, saímos do extremo legalista do dízimo malaquiano para o da avareza, que de acordo com a Bíblia é equivalente ao pecado da idolatria (Col 3:5).1

Muitos já não precisam do dízimo. No entanto, tais não precisam demonizá-lo.  Para muitos, semear na obra de Deus será algo impossível a não ser que esforcem para  destinar uma parcela fixa à obra de Deus2 em seu orçamento. E neste ponto, 10% é uma meta tangível e pode ser útil àquele que deseja sempre ter para dar ao necessitado, na medida do necessário. Nestes termos, penso que o dízimo pode ser usado como um alvo pessoal – voluntariamente, sem imposições do pastor ou fiscalização da tesoureira –  para adorar a Deus com nossas finanças. Desta maneira, o dízimo deixa de ser um imposto religioso para tornar-se uma simples ferramenta de disciplina pessoal.

Disciplina3 financeira é tão importante quanto outras disciplinas espirituais com as quais já estamos acostumados, que igualmente não são obrigatórias, mas requerem dedicação: orar, jejuar, ler as Sagradas Escrituras, testemunhar (evangelizar), servir ao próximo com seu tempo, talentos e bens, etc. Absolutamente ninguém na Nova Aliança é obrigado a orar tantas vezes ao dia ou jejuar tantas vezes na semana ou ler tantos capítulos da Bíblia em um dia, caso contrário estará vivendo e pregando um Evangelho legalista. Entretanto, espera-se que um cristão maduro espiritualmente faça tais coisas como fruto natural de seu caminhar com Deus. O mesmo se aplica às nossas finanças.

Muitos deixam de ofertar na Igreja como poderiam, não porque não têm para dar, mas porque infelizmente são indisciplinados (na melhor das hipóteses) ou egoístas (na pior delas) quando o assunto é finanças. Como consequencia, o povo não adquiri uma consciência de compromisso financeiro com o Reino, desonra a Deus com suas finanças e deixa de ser abençoado financeiramente.

Assim, penso que o dízimo não pode ser usado como meio de opressão, coação e manipulação como fazem os “malaquianos”. Mas pode ser útil, aos que assim preferirem, como um referencial mais concreto de “primícias” no estabelecimento de sua meta pessoal na área das finanças.

Ofertar na Casa de Deus é como perder peso. Sabemos que é necessário fazê-lo (se quisermos viver uma vida melhor) e os outros ao nosso redor também. Entretanto, este é um assunto exclusivamente pessoal. Ninguém tem o direito de nos discriminar ou obrigar-nos a fazer nada – o que não nos exime da responsabilidade de estabelecermos metas pessoais e nos disciplinar para alcançá-las.

Notas

[1] A tais, penso que meu artigo “Não dizimo. Sou ladrão?” será de alguma ajuda.
[2] Que entendemos como sendo o auxílio à viúva, ao pobre, ao órfão e ao necessitado em geral.
[3] Para os antinomianos (aqueles que têm fobia à “Lei”), “disciplina” pode parecer algo religioso e legalista, mas se não nos disciplinarmos a, por exemplo, orar e ler as Escrituras, faremos de tudo em 24 horas, menos ler a Bíblia e orar. Paulo diz que se um atleta em tudo se disciplina para conquistar uma coroa corruptível, muito mais nós que corremos por uma coroa incorruptível. Qualquer um que ler as declarações de Paulo em 1 Cor. 9:25-27 pelas lentes do antinomianismo pode alegar que Paulo era “legalista” por “esmurrar seu próprio corpo”, mas o apóstolo nos ensina que a vida cristã demanda disciplina.


© Pão & Vinho

Este texto está sob a licença de Creative Commons e pode ser republicado, parcialmente ou na íntegra, desde que o conteúdo não seja alterado e a fonte seja devidamente citada: http://paoevinho.org.

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12 Comentários
  1. 22 de julho de 2010 18:31

    Achei esclarecedor, equilibrado e correto.

  2. Ferreira permalink
    9 de novembro de 2010 13:02

    Particularmente, não gosto do termo “dízimo”. Não há nada de errado com o termo, porém prefiro não usá-lo devido a todo o histórico e dogma que o envolve. Para se ter idía, dentro de um texto que comecei a escrever há uns dois anos e ainda não terminei, cujo título no momento é “O dinheiro no Reino de Deus – reflexões de um cidadão”, nomeei uma parte como “O Dogma do Dízimo – Comodidade versus Crueldade”. Comodidade para aqueles que 10% são menos do que sobra e crueldade para os que deixam de comer para obedecer a consciência.

    Estou entre aqueles que não fazem cálculo e nem mantém controle do que investem no Reino de Deus. Porém, não tenho dúvida de que invisto MAIS que 10%. Repito as palavras de Paulo “falo como louco”, exatamente por isso prefiro me manter anônimo neste post (embora o Hugo vai saber quem sou).

    Atualmente dou uma oferta mensal a um irmão de outra cidade com o qual me encontro uma vez ao mês e ele e a esposa nos ajudam como casal em nossa caminhada. Fora isso, gasto bastante, não só com combustível mas na manutenção de meu carro, com idas semanais a fazendas da região para fazer contatos e “cuidar” de uma família que se rendeu ao Senhor e está caminhando conosco. Na cidade, de forma a construir relacionamentos que abram oportunidades de testemunho, sempre temos gente comendo conosco em casa, em lanches, almoços e jantares, o que naturalmente aumenta nossas despesas. Não é pequeno também nossos gastos com telefonemas para manter contato com a igreja e contatos em diversos lugares.

    Isso tudo devido ao fato de em nossa cidade não estarmos vinculados a nenhum grupo de irmãos. Se estivessemos, e esse grupo tivesse um compromisso com vidas e missão, naturalmente nos envolveríamos com tudo.

  3. Anderson Queiroz permalink
    4 de janeiro de 2011 22:42

    Bíblico e esclarecedor!
    Os dois extremos são altamente perigosos.
    Esse equilíbrio apresentado é a vontade de Deus para nossas vidas.

    Em Cristo, o único caminho, que nos conduz à vida eterna com Ele,
    Anderson

  4. 11 de maio de 2011 13:16

    Hugo, primeiramente quero expressar minha admiração pelo artigo porque quanto mais publicamos sobre o assunto, mais pessoas vão esclarecidas. Tenho uma pergunta, quando você escreveu “Ofertar na Casa de Deus é como perder peso. Sabemos que é necessário fazê-lo …” O que você entende como “Casa de Deus” hoje? Este termo já daria um bom artigo. Um abraço.

  5. 11 de maio de 2011 14:50

    1 Cor 6:19

    A Casa de Deus é a Igreja, isto é, o povo de Deus.

    😉

  6. 7 de setembro de 2011 23:31

    DISCORDO NA PRATICA DO DIZÍMO NOS DIAS ATUAIS , POIS O DIZÍMO VEM DA PRATICA DA LEI E NÃO DA GRAÇA , TAMBÉM ELE FOI INTRODUZIDO QUANTO FOI FEITO AS DIVISÕES DE TERRAS E OS DA TRIBO DE LEVI FICARAM SEM PARTE . JÁ O NOVO TESTAMENTO FALA DE OFERTAM AOS POBRES , ETC,… DIZIMO TAMBÉM SE REFERE A ALIMENTO E NÃO DINHEIRO EM DEUTERENOMIO 14-24,27 , DEVERIAM SER COMIDO NO LUGAR ONDE DEUS MANDASSE , E SE FOSSEMOS MUITO ABENÇOADO A PONTO DE O LUGAR DESIGUINADO POR DEUS FOSSE LONGE DEVERIAMOS VENDE-LO E NOVAMENTE COMPRAR AQUILO QUE NOSSA ALMA DESEJASSE , QUANDO AJUDAMOS UM NECESSITADO NÃO ESTAMOS FAZENDO A VONTADE DE DEUS ? O QUE TEMOS VISTO HOJE É IGREJA ?
    NÃO , SÃO SISTEMAS HUMANOS FUNDAMENTADO NO MINISTÉRIO DA TROCA , NÓS SOMOS A IGREJA . DEUS NÃO ABITA EM TEMPLO FEITO POR MÃOS HUMANAS .SE DIZIMAMOS TAMBÉM PRECISAMOS SER CINCURCIDADO ,GUARDAR O SÁBADO , E EVITAR CARNES DE PORCO E OUTRAS , SE PURIFICAR AO IR AO TEMPLO ,QUEM FAZ ISTO A NÃO SER OS QUE GUARDAM LEI ?

  7. 8 de setembro de 2011 1:52

    Fabiano, o ponto deste artigo não é defender a prática do dízimo malaquiano obrigatório, o qual refuto em outro artigo, mas somente aquele como referência VOLUNTÁRIA àquele que assim deseja contribuir. O dízimo voluntário precede a Lei, desde os tempos de Jacó e não constitui em pecado ou legalismo.

    Quanto aos argumentos que você cita em seu comentário, todos estes pontos já foram cobertos no link abaixo: http://paoevinho.org/?p=259

  8. 27 de fevereiro de 2012 12:08

    Olá Fabiano Reis, concordo plenamente com você sobre a pática do Dízimo nos dias atuais, se quisermos ser dizimistas na nova aliança é precisamos voltar as práticas do sacerdócio levídico também, pois os dizimos era pra eles já que não possuíam parte na herança juntamente com os filho de Israel?

  9. Vinicius permalink
    5 de março de 2012 15:05

    O que me preocupa muito , é a consciênsia que é gerada em cada um de nós ,e como essa consciência nos acusa ou nos deixa livres . Confesso aos amados que na maioria das vezes somos destruídos por falta de obedecer a Escritura , a Palavra de Deus nos exorta a não nos deixarmos ser dominados por ninguém , mesmo assim preferimos cair nas garras desse dominadores e exploradores ,sem a instrução necessária
    que nos chamamos de lideres e pastores . Penso que os culpado de tudo isso sejamos nos mesmos , que aceitarmos tudo sem analisar , sem estudar , sem antes examinar .

    Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. João 5:39

    É triste perceber que a maioria dos cristãos nominais e denominacionais não pensam por si mesmos, não analisam nada, não buscam a verdade dos fatos, simplesmente acatam o pensamento dos lideres ou pastores de suas denominações, tornando-se escravos do pensamento alheio e da vontade dos homens.

    Amados hoje em diante , sejamos como os cristãos de Bereia , que recebiam a palavra com avidez e comparavam e examinavam a luz da Escritura Bíblica .

  10. Luiz Carlos Ferreira permalink
    16 de maio de 2012 2:46

    Quero dizer que concordo com teu ponto de vista sobre o dízimo, porém acredito que é necessário fazer um esclarecimento na interpretação do substativo dízimo.
    Quando analisamos o significado do substantivo dízimo vemos que ele significa “Uma Parte” e não o Décimo como tentam nos fazer crer. O verbo dizimar significa despedaçar, estraçalhar ou seja tornar um todo em pequenos pedaços, portanto entendo que dízimo é uma parte do inteiro que foi dizimado.
    Também tenho consciência da obrigação do fiel contribuir para o sustento da igreja e dos que vivem da palavra e se consagraram aos serviços do templo (levíticos), mas que seja uma contribuição espontânea e conforme o desejo do teu coração (II Corintos 9,7).
    Acho um absurdo determinados dirigentes de igrejas obrigarem a contribuição dos dez por cento dos que tem família e ganham pouco mais que um salário mínimo, fazem uma chantagem pisicológica tremenda deixando o pobre fiel com um pesar enorme na conciência.
    Existem outras formas de contribuição tais como: doar diária de serviço na limpeza, nos serviços de conservação do templo, etc… Eu conheço vários profissionais: Eletricista, Encanador, Pedreiro, Jardineiro, etc… que doa diárias de prestação de serviço no templo como forma de contribuição uma vêz que o dinheiro em espécie é escasso.

  11. 17 de maio de 2012 0:00

    Luiz Carlos Ferreira,
    Eu desconhecia esta tradução da palavra dízimo. Sempre entendi que a palavra “dízimo” no hebreu – מעשר (ma`aser) – significa a décima parte. A palavra no hebraico deriva de עשר (asar), que significa literalmente DEZ (10). Você dispõe de alguma fonte que corrobore este significado que você menciona, desprovido do conceito de 10%?

  12. Paulo César permalink
    19 de janeiro de 2014 8:29

    Vinicius,
    Vinícius!
    Eu concordo com você em número gênero e grau, quando você diz que os “crentes” não querem examinar as escrituras, muitos carregam a bíblia debaixo do braço, aquela bem grandona, para mostrar para os irmãos, e para os não”irmãos” que ele é verdadeiramente cristão. Porém só a carregam, não lêem, não examinam, quando muito lêem um salmo na hora de dormir, de preferência o salmo salmo 91.
    Eu vejo esta questão do dízimo com muita cautela, pois manipulação psicológica é grande, porém examinando At.15 nós vemos que aos gentios não foram impostas as obrigações da lei.
    Atos dos Apóstolos: 15. 5. Mas alguns da seita dos fariseus, que tinham crido, levantaram-se dizendo que era necessário circuncidá-los e mandar-lhes observar a lei de Moisés. 6. Congregaram-se pois os apóstolos e os anciãos para considerar este assunto. 7. E, havendo grande discussão, levantou-se Pedro e disse-lhes: Irmãos, bem sabeis que já há muito tempo Deus me elegeu dentre vós, para que os gentios ouvissem da minha boca a palavra do evangelho e cressem. 8. E Deus, que conhece os corações, testemunhou a favor deles, dando-lhes o Espírito Santo, assim como a nós; 9. e não fez distinção alguma entre eles e nós, purificando os seus corações pela fé. 10. Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós pudemos suportar? – Bíblia JFA Offline.
    O dízimo era e é uma obrigação para o povo Judeu, mesmo assim tinha regulamentos que deveriam ser obedecidos, e, o mínimo nunca era dado em dinheiro.
    Deuteronômio: 14. 22. Certamente darás os dízimos de todo o produto da tua semente que cada ano se recolher do campo. – Bíblia JFA Offline.
    Assim sendo, o dízimo era dado, em parte aos sacerdotes. Deuteronômio: 18. 1. Os levitas sacerdotes, e toda a tribo de Levi, não terão parte nem herança com Israel. Comerão das ofertas queimadas do Senhor e da herança dele. 2. Não terão herança no meio de seus irmãos; o Senhor é a sua herança, como lhes tem dito. 3. Este, pois, será o direito dos sacerdotes, a receber do povo, dos que oferecerem sacrifícios de boi ou de ovelha: o ofertante dará ao sacerdote a espádua, as queixadas e o bucho. 4. Ao sacerdote darás as primícias do teu grão, do teu mosto e do teu azeite, e as primícias da tosquia das tuas ovelhas. 5. Porque o Senhor teu Deus o escolheu dentre todas as tribos, para assistir e ministrar em nome do Senhor, ele e seus filhos, para sempre. – Bíblia JFA Offline. Nunca em dinheiro. O dinheiro só seria usado na seguinte circunstância; Deuteronômio: 14. 24. Mas se o caminho te for tão comprido que não possas levar os dízimos, por estar longe de ti o lugar que Senhor teu Deus escolher para ali por o seu nome, quando o Senhor teu Deus te tiver abençoado; 25. então vende-os, ata o dinheiro na tua mão e vai ao lugar que o Senhor teu Deus escolher. – Bíblia JFA Offline. Então dinheiro existia, ou como conhecemos ou qualquer outra forma de troca, mas existia. o que vemos hoje é muitas igrejas cobrando dízimo dos membros, retirando ofertas tantas vezes quantas haja cultos durante o dia. sob o pretexto arraigado há muito tempo, de que é para a obra de Deus, o Todo poderoso. Então o nome Javé Jirê (O Senhor Proverá), para essas pessoas é para um nome fictício. pois precisamos nós auxilia-lo em suas obras,(precisamos prover meios). o assunto é longo e para muitos, o que não é meu caso, polêmico. porém fica a dica, vamos examinar as escrituras, vamos ser crentes bereanos.

    A paz.

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