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Jesus não nos mandou abrir igrejas

22 de março de 2010

A RECESSÃO AMERICANA causou um fenômeno interessante na área em que vivo: muitos negócios estão fechando suas portas e diversas áreas comerciais estão se tornando depressivas. Em muitos salões comerciais onde antes havia restaurantes, lojas, farmácias e supermercados, hoje há o vazio da recessão. Em uma época em que o metro quadrado comercial nunca esteve tão barato aqui na Califórnia, diversas igrejas estão tentando preencher o vazio da recessão, alugando estes imóveis, para a alegria de seus proprietários. Este é um costume novo aqui nos EUA, trazido em grande parte pelas comunidades latinas: usar prédios comerciais como casas de adoração. Como resultado, em uma única área comercial, às vezes é possível observar uma babilônia de quatro ou cinco igrejinhas, cada qual com seu nome diferente e com meia dúzia de gente dentro. A febre imobiliária no meio evangélico é tanta que em uma determinada cidade aqui do Vale, há um projeto de lei municipal que proíbe que igrejas aluguem qualquer imóvel situado em centros comerciais.

Hoje em dia fala-se muito em “plantação de Igrejas”. Na maioria das vezes em que alguém usa esta expressão, está na verdade se referindo à abertura de mais um negócio religioso. Em outras palavras, se o cidadão tem a intenção de “plantar uma igreja” na cidade, logo começa a buscar um imóvel para alugar, um lugar onde possa encher com cadeiras, sistemas de som, um púlpito e um gasofilácio (nas igrejas mais tradicionais). A partir daí, o obreiro se mune de um microfone e começa a pregar (às vezes aos berros) na esperança de que os transeuntes decidam entrar no mais novo aprisco de tijolos da cidade, entre os diversos já existentes, às vezes no mesmo quarteirão. Seu alvo, a partir daí, é colocar o maior número possível de pessoas dentro deste cubículo, como sardinhas enlatadas, para assim poderem mudar a um lugar maior. Em termos de igreja, isso é o que se chama de progresso: quanto maior o aperto, maior a benção…

Não julgo tais pessoas por entender que a maioria dos obreiros que assim fazem trabalham para o Senhor de coração, somente reproduzindo aquilo que viu seus pais na fé fazerem. Mas sinto que muitas vezes queremos começar a construir a Casa de Deus pelo telhado, ao invés do alicerce.

Jesus chamou um pequeno grupo de homens para caminharem com ele. Sua prioridade era edificar na vida destes discípulos para que eles fossem suas testemunhas. Se lermos as Escrituras com atenção, veremos que Jesus muitas vezes despedia as multidões para poder estar a sós com estes homens. Muito daquilo que Cristo fazia entre as multidões visava, na verdade, ensinar os seus discípulos a ministrar de forma prática, e não necessariamente atrair multidões atrás de si e fundar uma mega-igreja no Oriente Médio. Ironicamente, hoje em dia, fazemos justamente o contrário: sonhamos com as multidões e negligenciamos nossos discípulos em um nível mais pessoal. A grandeza de um homem de Deus se mede, hoje em dia, pelo tamanho da multidão à qual ele ministra, não pelos relacionamentos profundos que ele nutre com seus discípulos e pelos sólidos alicerces que lança em suas vidas. Queremos impactar a cidade ou o país a partir do púlpito, mas não sabemos cultivar “a intimidade do cenáculo” com alguns poucos. Adoramos trovejar às massas sem rosto e sem nome, mas fugimos do indivíduo e de suas esquisitices pessoais (afinal, estamos ocupados com coisas mais importantes). Compramos horários de rádio e TV, queremos que o mundo ouça nossa mensagem, mas não temos ouvidos para escutar alguns poucos ao nosso redor. Muitos de nós nos tornamos girafas pescoçudas que não sabem comer das pastagens mais baixas, somente das árvores mais altas. Queremos fazer coisas grandes para Deus sem, no entanto, cuidar das pequenas coisas que dão forma e característica a uma verdadeira Igreja. Deixamos de ser pastores, para nos tornarmos servidores de mesa, administradores de mais um feudo religioso, entre tantos existentes na cidade.

Tenho a impressão que muito daquilo que alguns chamam de “ministério” acabou se tornando church business. Nos tornamos demasiadamente sofisticados e pouco pessoais.

Igrejas Boteco

Em nenhum momento Jesus Cristo nos diz: “abram igrejas em todas as nações” ou “expandam sua franquia religiosa”. Jesus não nos manda “abrir igrejas”, ele nos manda fazer discípulos. Ele nos manda seguir seu exemplo de lançar o sólido Fundamento na vida de alguns para que estes edifiquem na vida de outros e, assim, o Reino tenha um crescimento exponencial. Toda estrutura deve surgir a partir daí.

Assim como o calor emana do fogo e o casulo toma a forma da vida que o ocupa, a estrutura de uma Igreja, seja ela qual for, deve sempre ser resultante da vida da mesma, e jamais o contrário. Igreja não é boteco, destes que você abre as portas em alguma esquina e espera as pessoas chegarem. Isso é tão imprudente quanto o agricultor que constrói o celeiro e espera que a colheita venha até ele para enchê-lo. E, à exemplo deste agricultor incauto, temos gasto mais tempo enfeitando o celeiro do que trabalhando a terra da colheita.

Como disse um pensador, como pastores aprenderemos mais ao lado de um agricultor do que andando com executivos. A Igreja é uma entidade orgânica, não é uma empresa. A propósito, é devido a uma visão empresarial megalomaniaca de ministério que muitos pastores se portam como meninos crescidos, adolescentes calvos que ficam disputando entre si para ver quem tem o maior p…1

Imagem Distorcida, Prática Distorcida

No ano passado fui convidado a compartilhar a respeito da Igreja nas casas em uma conferência de líderes em uma igreja aqui na região. Como os mais desinformados ainda confundem Igreja nas casas (estilo de vida coletivo) com G12 (método de crescimento),2 algumas pessoas tinham uma idéia equivocada daquilo que eu iria compartilhar. Antes de fazer ou falar qualquer coisa, pedi às pessoas que fechassem seus olhos e criassem uma imagem mental de uma palavra que eu lhes diria. Eu lhes disse a palavra “IGREJA”. Não é surpresa nenhuma que mais de 90% das pessoas enxergaram um edifício, ou “templo”. Algumas poucas enxergaram pessoas com as mãos levantadas, adorando em um culto. Somente uma mulher disse que enxergou pessoas que eram como uma família. A partir daí, alguns perceberam que eu não estava ali para falar de G12.

A verdade é que a Igreja não é um prédio, não é um evento. É uma família. Isso é importante porque se sua visão de Igreja estiver distorcida, igualmente será sua prática de Igreja. Quando desenvolvemos a mentalidade de “igreja-boteco”, a primeira imagem mental que temos de “Igreja” é a de um salão cheio de pessoas. Como resultado, a maior parte de nossos recursos – a saber: tempo, dinheiro e pessoas – serão empregados na realização de programas religiosos. Em contrapartida, a imagem que a Bíblia nos dá de Ekklesia é a de uma família, onde as pessoas exercem juntas a prática contemplativa de buscar a Deus, mas também a prática de buscar Cristo na pessoa de seu irmão, fora das citadelas religiosas. Assim, gastando tempo uns com os outros, partem o pão entre si, compartilham suas cargas e seus bens em simplicidade de coração e de ortodoxia.

Igrejas Transgênicas

Seguramente, Deus quer que sua Igreja cresça de forma exponencial. Mas com excessão de avivamentos que produzem crescimento rápido e instantâneo (como o que vemos em Atos 2), o crescimento da Igreja é gradual e a seu próprio tempo. E, como regra, há dois tipos de crescimento: o crescimento orgânico, proporcionado por juntas e medulas bem conectadas (Ef. 2:21-22), e o crescimento transgênico, proporcionado por elementos produzidos e manipulados pelo homem. Sabemos que uma igreja é transgênica quando seu crescimento se dá  em torno dos elementos da estrutura religiosa (boa pregação, boas bandas de louvor, bonitas catedrais, etc), mas seus membros estão totalmente desconectados uns dos outros.

Igrejas transgênicas são como grandes restaurantes em que as pessoas compartilham seu espaço com uma multidão, mas não se relacionam com aqueles que ocupam as mesas ao lado, e muito menos com aqueles que as servem. Comem sua “comida espiritual” e voltam para sua casa, com seus pecados habituais e seus demônios de estimação.

Na igreja transgênica, as pessoas vão para receber uma massagem intelectual por meio de uma boa pregação e animar-se ao som de uma excelente banda de louvor, mas sua espiritualidade é uma montanha russa que sobrevive de pregação em pregação, de apelo em apelo, porque tais são odres velhos que arrebentam toda vez que um novo vinho é derramado sobre elas. São como ovelhas sem pastor porque desenvolveram uma mentalidade distorcida de Igreja-restaurante.

Conclusão

Muitos de nós fomos traídos por um sistema que valoriza a lavagem cerebral homilética em detrimendo dos relacionamentos sólidos – um ciclo vicioso de eventos religiosos que muitas vezes ocupa o tempo destinado à intimidade do cenáculo. A diferença entre um pastor de ovelhas e um sofista evangélico é que, apesar de ambos pregarem, um deles se preocupa em unir as ovelhas para que formem um rebanho, enquanto o outro se contenta em simplesmente cativar uma multidão de estranhos por meio da oratória.

Jesus não nos mandou “abrir igrejas”. Ele nos mandou fazer discípulos. Que troquemos a imagem do “templo” cheio de pessoas pela imagem da mesa de uma refeição em família, em simplicidade, comunhão e com muito Pão & Vinho.

Ecclesia semper reformanda est!

Nota

[1] Prédios + pessoas.
[2] A única semelhança entre a Igreja nos lares e o G12 é o fato de ambos se reunirem nas casas. Mas assim como o fato de eu frequentar o fórum não me tornar um advogado, ou o fato de eu passar meu tempo em um hospital não me tornar um médico, o fato de o G12 reunir-se nas casas não o torna equivalente à Igreja nos lares. O G12 trabalha com uma rígida estrutura movida à métodos, e a Igreja nos lares opera na informalidade e flexibilidade dos relacionamentos pessoais. Há uma enorme diferença de filosofia de trabalho ministerial entre os dois.


© Pão & Vinho

Este texto está sob a licença de Creative Commons e pode ser republicado, parcialmente ou na íntegra, desde que o conteúdo não seja alterado e a fonte seja devidamente citada: http://paoevinho.org.

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17 Comentários
  1. 26 de março de 2010 16:23

    A Paz do Senhor

    Maravilhoso artigo, mostra bem a realidade que vivemos atualmente, aguardando a volta de Jesus Cristo. O problema espiritual da igreja é igual em todos os lugares do mundo, mas creio que esse quadro vai mudar..Exerço o pastorado numa cidade do interior do estado de São Paulo – Brasil, de mais ou menos 20 mil habitantes e temos por aqui gente que auto se intitularam pastores e abriram seus botecos evangélicos. O pior é que geralmente esses obreiros não tem chamada, nem bagagem teologica para abrir uma igreja. Eles trazem muitos prejuízos para o evangelho.
    Pertenço a Assembléia de Deus e mesmo em nosso ministerio existem obreiros que nao querem aprender, querem começar a casa pelo teto e quando são confrontados saem da igreja e levam consigo meia duzia de crentes incautos e abrem seus trabalhos.
    Esperamos pelo momento da igreja verdadeira ser arrebatada…
    Deus abençoe a todos

  2. 31 de março de 2010 19:55

    Graça e paz querido!
    Pertenço à Comunidade Evangélica Luterana Renovada, de Criciúma – SC. Nos últimos três anos tenho me dedicado principalmente com a expansão do Reino do nosso amado Pai em nossa região, mais especificamente na função de plantador de novas igrejas de nosso ministério.
    Nos últimos três anos eu e minha esposa participamos do desenvolvimento de uma de nossas igrejas mais antigas, que não se desenvolvia, implantamos uma congregação em Içara-SC, e agora fomos enviados para a cidade de Urussanga, também em Santa Catarina.
    Como este artigo retrata alguns aspectos de meu ministério me chamou a atenção. Fui muito edificado e relembrei como a situação em nosso meio está complicada. Antes de alugar sala ou “preparar as placas”, passo um período que varia de três a oito meses apenas fazendo visitas diárias, conhecendo a cidade, sua realidade, conversando com as pessoas, para depois iniciarmos estudos bíblicos nas casas (base de nossa igreja) e através dos estudos a implantação da igreja acontece.
    Fico muito triste porque vejo que nem sempre é feito desta maneira, mas sim da forma que foi exemplificada em seu artigo. Em Içara mesmo teve uma igreja (que inclusive está crescendo muito, arrebanhando pessoas de outras congregações e com programas de tv enaltecendo as curas fantásticas que ocorrem em seus templos) alugou uma sala há 50 metros da nossa igreja e iniciou um trabalho. Creio que é melhor uma igreja do que um bar, mas para que ter mais e mais igrejas em todos os bairros e regiões centrais? Apenas para poder mostrar números polpudos? Não seria mais sensato nos espalharmos pelo mundo em busca dos perdidos ao invés de colocarmos tapetes vermelhos e cartazes chamativos com promessas de milagres e bênçãos?
    Que Deus continue lhe usando para refletir a glória e a verdadeira vontade do nosso Senhor através de seus artigos. Sempre lembrando: Jesus disse Ide pelo mundo, não esperem que os perdidos venham até vocês.
    Deus lhe abençoe ricamente!

  3. Hugo permalink*
    31 de março de 2010 20:24

    Cristiano,

    Que o Senhor te abençoe também e continue te dando a revelação de seu Reino.

  4. 29 de abril de 2010 16:38

    Querido irmão Hugo,

    Quero postar esse artigo integralmente, e com os todos os créditos, notas, links e etc… em nosso website http://www.cristoemvos.com.br … tenho a tua bênção? Só gostaria de postar teu nome completo, nome e sobrenome… Obrigado desde já!

    Está sendo muito bom te conhecer melhor a cada nova leitura que faço aqui no site. Obrigado, irmão!

    Marcio S. Costa.
    Paranaguá-PR

  5. Hugo permalink*
    29 de abril de 2010 17:22

    Marcio,

    De tudo o que eu escrever aqui, se você conseguir encontrar algo útil para sua vida, me alegrarei muito. Fique à vontade para publicar. É para o Reino (com letra maiúscula).

    Quanto ao meu nome, desde comecei a blogar, tenho adotado o costume de não publicar meu nome completo. Estaria bem assim?

  6. 29 de abril de 2010 18:04

    Querido irmão Hugo,

    Como se diz lá em Goiás… “uai moço!” … tá combinado!

    Na Paz!
    Marcio.

  7. Hugo permalink*
    29 de abril de 2010 20:34

    E eu que pensava que o “uai” era propriedade intelectual dos mineiros. 🙂

    Márcio, obrigado por prestigiar o blog. Um prazer te conhecer.

  8. Franklin permalink
    14 de maio de 2010 11:12

    A “Confraria dos Igrejados de São Constantino”, não admite a subversão patrocinada pela absoluta liberdade do Espírito de convergir “N’Ele” todas as coisas, inclusive os “Desigrejados”.
    Seu “Estado Vegetativo Eclesiástico Institucionalizado”, anulou a sensorialidade da verdade que diz: “Onde estiverem dois ou três” (e não onde estiverem apóstolos, profetas, evangelistas, pastores, doutores e igrejeiros) aí está a Ecklésia, que não pode ser seqüestrada pela mentalidade coronelista, marketeira e engessada dos defensores da “Hegemonia Evangélica Cristalizada”.

    Com santa indignação pela “diarréia cerebral” dos igrejados,

    Franklin.

    Obs: “Igrejados”, são aqueles que participam da formatação de “Igreja Institucionalizada”, e “Desigrejados”, são aqueles que participam de movimentos “Paraeclesiásticos” conforme artigo de Augustus Nicodemus Lopes no blogspot “O Tempora, O Mores”: http://tempora-mores.blogspot.com/

  9. Hugo permalink*
    14 de maio de 2010 16:52

    “Confraria dos Igrejados de Sao Constantino” … 🙂

    Essa é boa!

  10. Honorival permalink
    30 de janeiro de 2011 18:45

    Amado irmão, tenho visitado sua página sempre que posso, tem sido muito proveitoso. Ao ler sobre as “igrejas e botecos”, fiquei meditando em minhas últimas investidas. Tenho 47 anos, aos 27 fui para a igreja (1990), em 91, fui um dos 3 fundadores de um ministério para levar a Palavra de Deus a uma cidade pequena onde nasci, mas que já não morava lá desde os 16. Basicamente trabalhamos com dependentes químicos no início e até hoje. Em 94, saí de Uberlândia e fui para essa cidade, Frutal-MG. Então sempre e até hoje, como voluntário, pois sou empresário e não recebo da igreja, fizemos aquilo que a Palavra instrui. Se fôssemos reunir todos que conheceram o Senhor debaixo de nosso teto, através da Palavra pregada, teríamos um número expressivo. Sempre buscamos aqueles que não conhecem o evangelho, de nossa igreja já sairam pastores, ministérios e tantos outros, mas estamos ali, sempre buscando aqueles que não conhecem. Não fazemos campanhas, eventos mirabolantes (já foi feito no passado), apenas pregamos a Palavra. Agora, estamos em construção de nosso prédio próprio e às vezes me preocupo com essa questão, mas o que preciso me preocupar é com aqueles que estão lá fora, daí penso que também preciso dar aos que chegam, condições de serem bem atendidos em suas necessidades. Por isso concordo plenamente com o texto em questão, mas sei que também preciso manter a casa (prédio físico) em condições de receber a casa (subjetiva e espiritual) para que as duas possam, em perfeita harmonia, ter condições de receberem a manifestação do poder de Deus nas vidas ali congregadas.
    Em 20 anos de caminhada, dos quais os últimos 10 como pastor, tenho visto de tudo, mas tudo mesmo, então procuro me cercar de todas as formas, a saber, no conhecimento; fiz vários cursos de graduação (Teologia, Licenciatura em Ensino Religioso, Licenciatura em Filosofia, pós em Psicopedagogia, Psicanálise e Terapia Comunitária) e pós e ainda faço (Publicidade e Propaganda), leio tudo que posso e ouço tudo que me chega, relaciono com todos que passam pela minha volta e nessa altura, estou chegando a conclusão que todos estão certos e, errados. Que eu tenho o poder de escolher mas também tenho a obrigação de compreender. Que, como disse William Shakespeare em o menestrel: “Toda situação tem dois lados”. Por isso, nada mais me atinge, apenas me edifica, sendo bom ou ruim, depende como vou receber, compilar e aproveitar.
    Desculpe-me pelo texto extenso.
    Um grande abraço, no Senhor, Pr Honorival

  11. vitor permalink
    14 de setembro de 2011 21:53

    Um artigo grande, porem, pouco frutífero. O autor precisa se converter, praticar obras dignas de arrependimento e seguir caminhando como cidadão do céu. Há muitos problemas nas igrejas locais porem, o Snhor tratará com todas elas e seus líderes, conforme Apocalipse. Nós somos a Igreja na terra e temos as igrajas locais, citadas na Bíblia. O autor precisa interpretar a Palavra espiritualmente e ser um ganhador d almas para se apresentar ao Senhor da Seara, naquele grande dia. Use o espaço e conhecimento sabiamente: “…pregue a Palavra em todo o tempo…” para que possa “…salvar alguns, arrebatando-os do fogo…”

  12. 15 de setembro de 2011 14:06

    Muito prazer Vitor. Eu sou o autor do texto. E visto que não nos conhecemos, gostaria de lhe dar um conselho: jogue fora esta sua bola de cristal que te diz que eu não pratico “obras dignas de arrependimento”. Bruxaria e espírito de adivinhação é pecado. 🙂

    Debata idéias, não cárater, Vitor.

  13. 14 de agosto de 2012 0:31

    hugo as pessoas do templos são muito doente porque eu fui um dia eles precisa do pastor para que ele vem buscar cristo para eles

  14. 28 de setembro de 2012 9:24

    O texto é preciso em sua exortação e no seu conceito da ekklesia bíblica! Estarei recomendando/sugerindo aos montões!

    Parabéns irmão Hugo

    Abraços
    Orlando
    souteologico.blogspot.com

  15. Edson permalink
    31 de dezembro de 2012 14:15

    ola irmao Hugo mas so me considero seu irmao em Cristo por causa desse estudo maravilhoso e de reflexao para todos que desejam aprender a biblia de verdade, como nao pertenco a uma igreja local ,terrena e humana nao poderia chama lo de irmao pois hoje todos crentes que eu conheci nao me chamam de irmao por esse motivo de nao frequentar uma denominaçao ha um tempo apos abandonar uma igreja local ,separei alguns temas que me pertubavam ,por ex o dizimo ,o abrir igreja e outros ,pela graca de Cristo tive os olhos abertos espiritualmente falando e fiquei pensando sera que alguem pensa assim?
    sera que essa é realmente a verdade?depois de ler seu artigo nao tenho mais duvida,essa é verdade irmao ha miutas pessoas enganadas miutas vezes por nao se interesarem em ler a biblia Que Deus lhe abençoe mais e mais

  16. LAILSON permalink
    25 de março de 2013 9:41

    ola meu amado irmão em cristo! eu fico contente em saber que não é só eu que tenho o mesmo pensamento.Eu lembro que eu debatia sobre Dízimos e outras legarias para fazer o máximo p/ a recardar dinheiro dos congregados,e ai foi quando uma irmã da própria igreja tava com uma dúvida sobre o Dízimo,eu fui logo defendendo,mas pensei bem e deixei de lado o meu orgulho e fui estudar sobre o assunto, eu tive que buscar severamente em Deus em três mésis com leitura da palavra com 4h ou 5h de relojo por dia e em consagração, foi aí que a venda que estava em meus olhos cairão e aceitei a verdade das escrituras. hoje vejo muito mais que no meio cristão tem muitas doutrinas que são preceitos de homens é não da palavra, e bem que jesus disse; não sejais escravos de homens.

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