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Não Dizimo. Sou Ladrão?

13 de agosto de 2009

ladroesEm meu artigo O Dízimo na Bíblia e na História, coloco diante da Igreja de Cristo algumas de minhas objeções à prática do dízimo obrigatório, tanto de um ponto de vista bíblico como histórico. O Evangelho deveria ser as boas novas de Deus ao pobre. Entretanto, na maneira como tem sido apresentado, acaba sendo uma forma de opressão ao pobre quando o assunto é finanças. Conheço cristãos sinceros que vivem sob acusação pelo fato de não terem condições de dizimar sem ter escolher entre fazer uma oferta na Igreja, ou suprir suas necessidades básicas.

Por muito tempo, ouvi dizer que se o pobre tem que decidir entre pagar o aluguel e dizimar, que deve “honrar a Deus” (pagando o dízimo) e que Deus o honrará. Mas onde encontramos bases bíblicas para colocar o pobre nesta situação?

A Igreja ensina que o pobre deve dizimar, e que Deus o abençoará um dia. É como se o Senhor tivesse uma conta bancária em algum lugar da estratosfera espiritual e um dia pagará com juros tudo aquilo que o fiel investiu na instituição religiosa. Infelizmente, o ensinamento de que “dizima que Deus te abençoa” é somente um lado da verdade. No Novo Testamento, o pobre era abençoado por meio da Igreja (Atos 2:44-45, Atos 4:34-35, Atos 6). Hoje, a Igreja cobra o dízimo do pobre,  ensinando que Deus abençoa o dizimista, mas muitas vezes se recusa ser parte deste processo.

O dízimo não é um imposto religioso. Como já disse no artigo anterior:

O dízimo da Lei equivalia às primícias da lã da tosquia das ovelhas e dos primeiros frutos da colheita, portanto, somente os donos de rebanhos e de terras eram obrigados a dizimar. O pobre dava voluntariamente, mas não era obrigado a dizimar. Pelo contrário, o pobre colhia as sobras da colheita dos donos de terras (Dt. 24:19-21) e se beneficiava dos dízimos dos mais prósperos (Dt 26:12-13). Jesus e seus apóstolos não dizimavam, pois não eram donos de terras ou de rebanhos (eles eram considerados pobres e inclusivem se benefeciavam da Lei das sobras da colheita – Mateus 12:1-2). O imposto do templo era o único tributo compulsório pago por Jesus e seus discípulos (Mat. 17:24-27).1 Portanto, a maioria daqueles que usam Malaquias 3:9-10 para ensinar sobre o dízimo, chamando o pobre que não dizima de ladrão, não tem a menor idéia daquilo que está falando.  Quem obriga o pobre a dizimar, de forma legalista, não pratica o dízimo nem da Antiga e nem da Nova Aliança.

Duas teses

Estas são as teses de números 46 e 47 das 95 que Lutero formulou:

[46] Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem bens em abundância, devem conservar o que é necessário para sua casa e de forma alguma desperdiçar dinheiro com indulgência.

[47] Deve-se ensinar aos cristãos que a compra de indulgências é livre e não constitui obrigação.

Suponho que, nos dias atuais, estas teses devam ser atualizadas (substituindo-se a expressão “compra de indulgências” por “dízimos e ofertas”) e pregadas, desta vez não ao papado, mas à Igreja Protestante. As Escrituras nos ensinam a coletar dinheiro dos mais abastados para o auxilio ao pobre. Não nos mandam tirar o dinheiro do pobre para aplicar em obras que não sejam de caridade.

Considerações práticas

Qualquer oferta na Casa de Deus deve ser um ato de adoração (e não de coação), de acordo com a consciência e fé de cada um. Viver de forma egoísta desonra a Deus e se este têm sido seu caso, arrependa-se.  De fato, se você tem para dar para o Reino e não o faz, está sendo negligente. Se alguém, no entanto, tem algum problema e não está em condições de pelo menos dizimar na Casa de Deus, tal fato não deve causar-lhe sentimento de condenação, somente desafiá-lo a estabelecer uma meta diante de Deus para reorganizar suas finanças –  de modo a que possa contribuir com a obra de Deus com pelo menos 10% de sua renda.

Sugiro algumas coisas bem práticas a todos os que não podem pelo menos dizimar hoje: no caso daqueles que não tem dívidas e querem participar do privilégio de semear na obra do serviço aos santos, comece aos poucos, se você acha que seu orçamento hoje não comporta uma doação de pelo menos 10% de sua renda. Firme um propósito com o Senhor de dar gradativamente (1% ao mes, por exemplo) e ir subindo de acordo à properidade que o Senhor trará à sua vida. No caso dos endividados ou daqueles que têm dificuldade em disciplinar-se financeiramente, peça a Deus que:

  1. Ajude-o a disciplinar-se na área financeira, não entrando em dívidas de bens ou serviços não essenciais, pelo menos até que você esteja em condições de abençoar a obra de Deus financeiramente;
  2. Que o ajude a pagar suas dívidas, pois a dívida é uma forma de escravidão (Prov. 22:7);

Para os que estão em uma situação crítica, “afogados em dívidas”: agarre uma tesoura e ponha um fim em todos os seus cartões de crédito. Cancele o cheque especial. Depois disso, preocupe-se somente em pagar seus credores, pois é melhor que o faça antes de começar a ofertar na Casa de Deus de forma meramente legalista.

O Senhor Jesus nos ensina que antes de oferecer uma oferta ao Senhor, devemos pagar o que devemos ao nosso adversário, antes que ele acione a justiça contra nós (Mat 5:23-26). A Escritura é lida pelos evangélicos como se ela tratasse somente de uma reconciliação entre irmãos, mas se ignora que o Mestre se refere ao pagamento de uma dívida. Portanto, antes de ofertar ao Senhor, esforce-se para, com a ajuda de Deus, ser livre do jugo da escravidão (dívida). Um dizimista que deve ou que tem o nome no SPC é um paradoxo, o cúmulo da religiosidade que contraria todos os princípios e o espírito que está por trás de toda contribuição financeira, tanto no AT quanto no NT.

Coloque em seu coração o firme propósito de estabelecer um plano de pagamento das dívidas que o escravizam e, à medida que o Senhor lhe dá favor e prosperidade, comece a ofertar gradualmente no Reino de Deus. Com disciplina e determinação, você poderá sair das dívidas e, depois de um tempo, estar pelo menos dizimando na obra do Senhor.

Conclusão

Devemos entender que dizimar e ofertar na Casa de Deus é um provilégio que temos como cidadãos do Reino de Deus, e não uma carga. O pobre não deve ser coagido a dar, pois em nenhum dos dois Testamentos encontramos embasamento para tal arbitrariedade. No entanto, todos devemos ter como alvo reorganizar nossas finanças para podermos contribuir no Reino com as primícias de nossa renda. Lembre-se de que Deus é o maior interessado em prosperar-nos, para que uma vez que tenhamos tudo o que necessitamos, abundemos em toda boa obra e seu Nome possa ser glorificado (2 Cor. 9:6-12).

Continua na Parte 3.

© Pão & Vinho

Este artigo está sob a licença de Creative Commons e pode ser republicado, parcial ou integralmente, desde que o conteúdo não seja alterado e a fonte seja devidamente citada: http://paoevinho.org.

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15 Comentários
  1. 9 de fevereiro de 2010 16:33

    Parabéns Hugo.

    Outro dia falei exatamente sobre este assunto assim como esta postado aqui. Fui sensurado pelos dizimista, e os que não são, ficaram chateado comigo, tive que me retratar, para não ser excluído.
    Uma observação! Sou dizimista, não por imposição e sim por fé. Já ouvi falar que quem não da dizimo, é ladrão e ladrão não entra no céu. Olha como os legalistas estão doutrinando. Me fala uma coisa Hugo? Seria justo retirar 10% de um salário de um trabalhador que ganha o mínimo, onde o leite da criança falta e todos passam necessidades? Vc acha que Deus se agradaria deste sacrifício? Ou como vc mesmo escreveu, não seria mais justo pagar o que deve, quitar com os credores antes, de dizimar?

    Graça e Paz.

  2. 31 de março de 2010 22:06

    Hugo, meus parabéns.
    Criei um blog recentemente e pesquiso continuamente em outros blogs com o intuito não somente de estabelecer novas amizades com cristãos que comunguem da mesma linha de pensamento que eu mas também, e principalemnte, de aprender com eles, e me deparei com o seu. Dei apenas uma rápida olhada no seu blog e mesmo assim me impressionei com o conteúdo e o senso de seus artigos. Lerei todos com calma posteriormente. Quando puder dê uma olhada no meu, também, onde toda crítica será muito bem vinda.

    Atenciosamente.

    David Quartieri

  3. Hugo permalink*
    1 de abril de 2010 3:02

    Obrigado pela visita, David. Vou dar uma visitada no seu também. Abraços!

  4. 17 de abril de 2010 0:36

    Meu querido e amado irmão Hugo, não aguento mais essa pressão sobre dizimo na igreja, o irmão disse tudo, comece com uma quantia 1% depois conforme sua prosperidade… Tem mes que damos mais que 10%. A igreja primitiva não “cobrava” dizimo, vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um.(Atos 2:45).
    Jesus disse ao jovem rico Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me(Lucas 19:21) ele não disse venda tudo e de a igreja ou de 10%… Paulo disse na 1ª carta ao Corintios 16:2 No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder, conforme tiver prosperado, guardando-o, para que se não façam coletas quando eu chegar, ele não disse 10%… Hoje as igrejas ajudam a quem? os irmãos? as viuvas? os orfãos? Tiago 1:27 “A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo.”
    Visitar órfãos e viúvas em suas necessidades tem que significar mais que fazer-lhes uma mera visitinha social. Está implícita, na declaração, a idéia de ajudar estes órfãos e viúvas, o que, sem dúvidas, requereria dadivar sacrificialmente.
    Lucas 12:33- Vendei o que tendes, e dai esmolas. Fazei para vós bolsas que não se envelheçam; tesouro nos céus que nunca acabe, aonde não chega ladrão e a traça não rói.
    Efésios 4:28 “Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade.”
    Aqui a pessoa que sofre a necessidade não é identificada como crente, mas presumivelmente pode ser qualquer um padecendo privação.
    A igreja precissa de dinheiro para seu sustento, mais pastores que usa o dizimo para intimidar as ovelhas e chamar de ladrão de DEUS… missericórdia…
    Deus o abençoe hoje e sempre…
    glademirstocco.blogspot.com

  5. Marilze permalink
    21 de julho de 2010 17:20

    Irmão Hugo,
    não entendi esta parte de seus comentários: “de modo a que possa contribuir com a obra de Deus com pelo menos 10% de sua renda”, já que o irmão citou no seu artigo “O Dízimo na Bíblia e na História” o texto de 2Cor 9:7 (doações voluntárias). Por que então a oferta precisa crescer até 10% e não de acordo com a necessidade da Igreja de Cristo? Às vezes precisa ser de até 100% com a da viúva citada por Jesus.
    Senhor Deus continue lhe abençoando no nome de Jesus

  6. 21 de julho de 2010 17:37

    Marilze,

    Espero que este texto responda a sua pergunta.

  7. Marilze permalink
    22 de julho de 2010 16:20

    Hugo,
    por que meu email está exposto no seu site, quando vocês informam que não será publicado?
    Obrigada.

  8. 22 de julho de 2010 17:42

    Marilze,

    Acessei o site como usuário comum e não como administrador. Não estou vizualizando o seu email. Você tem certeza de que está sendo exposto?

    Verifique uma vez mais. Se tiver, diga-me, por favor.

  9. 14 de setembro de 2010 10:58

    Querido Hugo.

    Concordo plenamente com o fato da contribuição ser um fato de adoração e quem o faz, faz com extremo amor a obra de Deus. Mas quando você cita a igreja, generaliza, e por mais que 99% das igrejas hoje se encaixem no perfil citado em seu artigo, ainda há exceção que segue fielmente a palavra de Deus.

    A igreja que frequento quase todos os meses tem dificuldades para arcar com suas despesas mensais, mas não abre mão do que diz a palavra do Senhor, e jamais os membros foram coagidos ou obrigados a dizimar dessa forma mecânica, e é aí que vemos o amor a obra, pois muitos contribuem com até mais que os 10% rotineiros.

    Parabéns pelo site, tem sido muito útil para meu crescimento intelectual e espiritual.

    Fábio Gonçalves

  10. Jaqueline Leal permalink
    23 de setembro de 2010 13:08

    Simplesmente libertador, principalmente pelo embasamento coerente na Palavra.

    Obrigada e que Deus o abençoe ricamente!!!!

  11. JEFERSON MIRANDA permalink
    22 de março de 2012 13:10

    Meu caro parabenizo pela colocação equilibrada de sua posiçaois.
    Porem tenho acredito q tudo e por FÉ, se a pessoa por obediençia a palavra dizimar mesmo sendo pobre e individado c compromisso de pagar seus dividas organizando-as sem deixar de dizima e luovavel.
    Penso na pobre viuva q teve q alimentar o profeta se tinha o unico bolo p ela e filho comer e morrer se não tivesse fé de alimentar o profeta nunca seria propera talves até morreria.
    Por outro lado as lideranças religiosa precisam deixar de ser hipocritas e farizeus q cobrava Jesus diverssos deveres mais negav-lhes o AMOR.

  12. SENTT(carlos de Piraquara PR) permalink
    29 de maio de 2012 11:51

    Olá queridos irmãos,que a Verdade esteja sempre em nossos corações.Já fui pregador do dízimo até mesmo por coação psicológica devido a ignorância exigética,isso me incomodava por ser algo que aprendi de outros.Práticava a “devolução” do dizimo não com alegria e por isso não era abençoado e não entendia porque vivia individado(hoje possuo dividas mas graças A DEUS estou conseguindo cumprir com os meus compromissos),não concordo com o legalismo que as igrejas pregam,que se o homem não devolver o dízimo estará roubando a DEUS por estar escrito em passagens isoladas da biblia que usam para causar medo nas pessoas e nós sabemos que quem tem medo está com problemas e não é aperfeiçoado no amor do SENHOR,1 João 4:18.Até mesmo coagia,minha família em especial a minha esposa dizendo que ela estava servindo ao diabo pois não dava dízimo com resultado se tornou uma pessoa triste e desmotivada no evangelho pois era através de obrigação(obras)que eu estava passando DEUS para ela,um dia com um abençoado de DEUS,expondo para ele como estava descontente com a atitude de minha esposa,ele me disse o seguinte:Nem vc,e muito menos ela vão ser abençoados,ela porque não tem alegria em contribuir mesmo que o faça até muito não estará agradando a DEUS(ELE ama oque dá com alegria,não por constrangimento2 Co 9:7),você não é abençoado por estar sendo legalista e devolvendo por medo e não por amor.

    Certa feita ouvi uma evangelista de uma igreja(de DEUS) dizer:”Se Jesus voltar amanhã e vc não tiver devolvido seu dízimo vc vai ficar”,pensei comigo a Palavra nos ensina que Cristo nos resgatou da maldição da lei ou velho pacto,e que somos salvos em Cristo, e Que DEUS já nos abençou nas regiões celestes em Cristo(Gl.3:13,Efésios 1:3)
    oque ela estava passando para a igreja era o legalismo da lei não o contribuir por fé e amor(e tudo que não provém da fé é pecado Rm 14:23),ai vemos como estão distorcendo a verdade da Palavra!A salvação pelas obras,um outro evangélho,é isso que muitos estão pregando, levando assim o povo a ficar debaixo de jugo(2 Cor.11:3,4)

    A contribuição voluntária,liberal é que agrada a DEUS,seja ?% ou 100% incluindo a minha vida aos pés de CRISTO!(2Cor.9:7)

    Obs.:contríbuo com os 10% e oferto espontaneamente todo mês não por coação ou medo de devorador algum,e depois que li esse texto acima senti no coração contribuir ainda mais!Que maravilha!DEUS seja louvado!Filipenses 2:13,15

  13. 22 de julho de 2012 20:50

    Prezados,
    Prestem atenção, fiz seminário e diversos professores, conconrdam com o que vou dizer. Conheço Pastores que a despeito de estarem aonde estão concordam com o que vou dizer. O dízimo, é incorreto, é uma imposição, medrosa de uma igreja que não crê na espontaneidade e liberalidade de um crente, cheio do poder de Deus e na força do seu próprio Deus em prosperar a sua obra. Deus fala ao coração de cada um “e não o homem” aquilo que deve ser liberado a sua obra. “O véu se rasgou de alto abaixo”, somos livres pelo poder do sacrifíssio de Cristo. Lance fora a dúvida e o medo de sua mente! Se você é inteligente, imagina se seu Deus não seria? Ou precisaria criar esta espécie de terrorismo no coração de qualquer um que seja? Se Ele te disser dê 1%, faça! Se te disser 100% Faça! Mas não deixe de estar em sintonia com ele. O vento sopra onde quer, não sabe de onde vem e nem para onde vai, assim é todo aquele que é nascido de Cristo.

  14. 19 de dezembro de 2012 22:09

    Ola gostei de sua esplicaçao , pois onde frequento alem de baterem forte em ser um dizimista fiel , tem as ofertas , e agora tem o dizimo de quanto quer ganhar , vou comessar a me inteirar mais , talvez esteja sendo impulsionado e por querer ajudar acabo me prejudicando , cada um sabe exatamente o que esta fazendo , vou abrir meus olhos e ficar mais atento , tenho muito o que aprender e Deus nunca me deixou cair , por pior que tenha sido o momento , nem preciso falar em que ministério frequento atualmente , sim ou não ,

  15. Wagner Paz permalink
    20 de janeiro de 2014 20:18

    Irmão,

    Se percebermos o que está sendo comentado aqui, deveríamos saltar de alegria. Como Martim Lutero, estamos tendo a ousadia de reformar, de mudar algo imposto por líderes sem fé, que não acreditam na provisão divina, como está na Palavra: “Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas? Mateus 6:26”. Se Como o irmão Hugo bem declarou neste artigo, o dízimo é uma imposição legalista aos crentes no Altíssimo e no Senhor Jesus. Uma carga que os fariseus do século 21 tentam impor ao povo de Deus, sendo que esses líderes é que roubam do Senhor, se apropriando do dinheiro em proveito próprio, para confortos demasiados e vaidades. Estamos abrindo nossas mentes e quebrando paradígmas que a dita “igreja” impõe à seus fiéis por séculos, e vem impondo até os dias de hoje. E que seja assim e cada vez mais.
    Parabenizo o irmão Hugo e a todos os valentes que aqui deixaram seu comentário, sem medo de sofrerem represálias.

    Repousem na Shalom do Senhor!

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