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EUA está prestes a abandonar Israel

26 de junho de 2009

No artigo abaixo, Bill Wilson nos dá uma interessante perspectiva das relações EUA x Israel e nos mostra uma mudança de maré gradual na política americana com relação a Israel. Sabemos que, inevitavelmente, o Estado Judeu terá que perder seu apadrinhamento político. A questão não é saber “se” isso acontecerá, e sim “quando”.

meninos judeusO homem que ocupa a Casa Branca deveria ser alertado: há a possibilidade de que uma oposição a Israel poderia liberar o juízo de Deus sobre os EUA. A posição que a Casa Branca assumiu para com Israel é certamente uma posição que, de uma perspectiva bíblica, poderia trazer calamidade sobre os Estados Unidos.

Aliás, o impacto já está sendo sentido. Os cidadãos americanos estão perdendo seus empregos, seus benefícios e seus lares. Indústrias que estão falindo estão sendo engolidas pelo sem precedente socialismo governamental.

A Bíblia é bem explícita sobre como Israel tem de ser tratado. Gênesis 12:3 diz: “Abençoarei aqueles que te abençoam, e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoam”. Os Estados Unidos há muito tempo têm sido o aliado mais sólido de Israel. Mas a oposição gradativa a Israel começou durante os Acordos de Camp David em 1979, feitos pelo Presidente Jimmy Carter. Contudo, o Presidente Ronald Reagan permaneceu firme em 1 de setembro de 1982, quando disse: “Os Estados Unidos não apoiarão o estabelecimento de um Estado palestino independente na Margem Ocidental e em Gaza”.

O Presidente Bill Clinton, que promoveu os Acordos de Oslo com o terrorista Yasser Arafat, foi o primeiro a sugerir que os EUA deveriam aprovar a criação de um Estado palestino. O Presidente George W. Bush foi o primeiro a declarar explicitamente essa idéia. E o atual governo americano marcou uma mudança importante nas relações com Israel.

Obama atrelou a segurança israelense com o Irã ao progresso de Israel no estabelecimento de um Estado palestino. Ele anunciou para os israelenses que Israel não é mais um aliado especial dos EUA. Ele insinuou que Jerusalém será a nova capital de um Estado palestino. Mas Obama está prestes a dar uma impressão clara para o mundo muçulmano e para Israel de que os EUA estão abandonando Israel.

Conduzindo seu discurso de apaziguação islâmica no Cairo, Obama salientou suas raízes muçulmanas — algo que ele evitava fazer durante a campanha eleitoral. O noticiário televisivo ABC News noticiou que o Assessor de Segurança Nacional Denis McDonough disse para os repórteres que Obama experimentou o islamismo em três continentes, principalmente crescendo na Indonésia com um pai muçulmano.

Em 6 de abril, Obama disse ao Parlamento da Turquia que muitos americanos “têm muçulmanos em suas famílias ou têm vivido num país de maioria muçulmana. Sei disso porque sou um deles”. Esse foi o mesmo discurso onde ele disse que os americanos não consideram os EUA uma nação cristã.

Nesta semana, ele disse para o Canal Plus da França: “Um das coisas que quero deixar claro é que se realmente pegássemos o número de muçulmanos nos EUA, veríamos que somos um dos maiores países muçulmanos do mundo”.

O jornal The Telegraph, da Inglaterra, tomou nota, dizendo que isso é uma ousada mudança de direção: Obama está “se apresentando ao mundo islâmico como a personificação de uma nova, tolerante e — sim, parcialmente muçulmana — nação americana”.

Sim… e, profeticamente, uma mudança de direção possivelmente devastadora.

Fonte: Bible Prophecy Today via Julio Severo.

Israel moderno é governado por homens que ainda não conhecem o Senhor e se sustenta por meio dos poderes deste mundo: diplomacia e poderio bélico, ambos patrocinados pelos EUA. O messias de Israel contemporâneo se chama Tio Sam e não Yeshua Hamashiach. Apesar de ainda não conhecer seu Senhor, Israel certamente não abrirá mão de sua herança tão facilmente. Isso fará com que o Tio Sam, cada vez menos cristão e mais secular, se canse das malcriações de seu afilhado. Gradualmente, o gostinho amargo da teimosia israelense se instala na boca dos políticos da América, cada dia menos propensos a apoiar Israel baseada em “meras fábulas bíblicas” sobre terras e patriarcas.

O Senhor sacudirá os pilares de sustentação naturais de Israel ao gradualmente retirar o apoio diplomático dos EUA aos judeus para que os mesmos possam novamente clamar ao seu verdadeiro Messias. O Estado Judeu hoje se sustenta no cenário geopolítico por uma corda bem fina, prestes a arrebentar. Uma vez retirado o apadrinhamento político por parte da nação mais forte do planeta, as demais nações do mundo estarão livres para se voltarem contra Israel, o que culminará no Armagedom.

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